<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Embalagens Viva</title>
	<atom:link href="http://www.embalagensviva.com.br/blog/?feed=rss2" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.embalagensviva.com.br/blog</link>
	<description>O blog de notícias sócioambientais da Embalagens Viva</description>
	<lastBuildDate>Wed, 14 Oct 2009 20:31:09 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.8</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>ONGs se manifestam contra projetos que enfraquecem lei ambiental</title>
		<link>http://www.embalagensviva.com.br/blog/?p=20</link>
		<comments>http://www.embalagensviva.com.br/blog/?p=20#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 20:31:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.embalagensviva.com.br/blog/?p=20</guid>
		<description><![CDATA[Nota assinada por quinze organizações da sociedade civil alerta para os riscos da aprovação de projetos de lei da bancada ruralista que revogam ou modificam a legislação ambiental brasileira, como o Código Florestal.
No documento, os ambientalistas citam a tentativa da bancada ruralista de colocar em pauta propostas que afetam as principais leis nacionais, como a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nota assinada por quinze organizações da sociedade civil alerta para os riscos da aprovação de projetos de lei da bancada ruralista que revogam ou modificam a legislação ambiental brasileira, como o Código Florestal.</p>
<p><span>No documento, os ambientalistas citam a tentativa da bancada ruralista de colocar em pauta propostas que afetam as principais leis nacionais, como a que regulamenta o controle do desmatamento em todos os biomas, em um momento em que, internacionalmente, discute-se compromissos com a redução de emissões de gases de efeito estufa. O texto destaca, ainda, que o desmatamento é responsável por 50% das emissões brasileiras.</p>
<p>Os signatários também pedem ao Presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ao presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer, empenho para a rejeição dos PLs 1876/99 e 5.367/09, ou, ao menos, a realização de amplo debate nacional sobre as propostas, com a participação de todos os setores interessados no desenvolvimento sustentável do País.</p>
<p>Leia abaixo a íntegra do documento.</p>
<p><strong>Nota das ONGs contra revogação da legislação ambiental brasileira</strong></p>
<p>As organizações abaixo assinadas alertam à sociedade brasileira para a gravidade da proposta da bancada ruralista no Congresso Nacional (PLs) que tramita em comissão especial formada por maioria de parlamentares ligados ao agronegócio.</p>
<p>A proposta revoga ou modifica as principais Leis ambientais brasileiras, como o Código Florestal brasileiro, a Lei de Política Nacional de Meio Ambiente, a Lei de Crimes e Infrações contra o Meio Ambiente e a Lei do Sistema Nacional de Unidades de Conservação. Os principais instrumentos de gestão ambiental em vigor como a criação de unidades de conservação, as reservas florestais legais, as áreas de preservação permanente, o licenciamento ambiental, o Conselho Nacional de Meio Ambiente poderão ser revogados ou enfraquecidos para atender exclusivamente por encomenda setorial dos ruralistas.</p>
<p>Às vésperas de uma das mais importantes reuniões internacionais de todos os tempos (Conferência do Clima em Copenhagen em dezembro próximo) que tratará de mecanismos e compromissos com a redução de emissões de gases de efeito estufa a bancada ruralista, com a conivência do governo federal, insiste em colocar em pauta e em ritmo acelerado propostas que põem em sério risco as principais leis brasileiras, em especial a que regulamenta o controle do desmatamento em todos os biomas brasileiros. Ressalte-se que o desmatamento é responsável por mais de 50% das emissões brasileiras.</p>
<p>As organizações abaixo assinadas pedem ao Presidente da República e ao Presidente da Câmara dos Deputados o empenho necessário para que os Projetos de Lei aqui referidos (PL 1876/99 e 5.367/09) sejam rejeitados, ou que, no mínimo, sejam objeto de amplo debate nacional e tramitem ordinariamente nas comissões temáticas pertinentes viabilizando assim a participação ativa e informada de todos os setores interessados no desenvolvimento sustentável no Brasil.</p>
<p>As principais leis ambientais brasileiras, a Lei da Mata Atlântica, a Lei de Gestão de Florestas Públicas, a Lei de Crimes e Infrações contra o Meio Ambiente, a Lei do Sistema Nacional de Meio Ambiente, Lei de Gerenciamento de Recursos Hídricos, Lei de Informações Ambientais e Lei do Sistema Nacional de Unidades de Conservação foram objeto de amplo debate no Congresso Nacional sendo inadmissível que este governo permita modificações de leis tão importantes para o desenvolvimento nacional sustentável sem um amplo e aberto debate nacional.</p>
<p>Brasília, 06 de outubro de 2009</p>
<p><em>Associação Preserve a Amazônia</em></p>
<p><em>Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida &#8211;  Apremavi</em></p>
<p><em>Amigos do Futuro</em></p>
<p><em>Conservação Internacional</em></p>
<p><em>Fundação SOS Mata Atlântica</em></p>
<p><em>Greenpeace</em></p>
<p><em>Grupo Ambientalista da Bahia &#8211; Gambá</em></p>
<p><em>Grupo de Trabalho Amazônico</em></p>
<p><em>Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia &#8211; Ipam</em></p>
<p><em>Instituto de Pesquisas Ecológicas</em></p>
<p><em>Instituto Socioambiental &#8211; ISA </em></p>
<p><em>Rede de Ongs da Mata Atlântica</em></p>
<p><em>Sociedade Mundial de Proteção Animal WSPA </em></p>
<p><em>SOS Pantanal</em></p>
<p><em>WWF-Brasil</em></p>
<p></span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.embalagensviva.com.br/blog/?feed=rss2&amp;p=20</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Crise global reduz emissão de CO2</title>
		<link>http://www.embalagensviva.com.br/blog/?p=17</link>
		<comments>http://www.embalagensviva.com.br/blog/?p=17#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 20:22:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[CO2]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.embalagensviva.com.br/blog/?p=17</guid>
		<description><![CDATA[Retração da atividade econômica fará emissões de CO O2 cairem 3% em 2009, primeira redução em 40 anos
Se a crise financeira quase provocou o caos no mundo e jogou 100 milhões de pessoas para a pobreza, ela pelo menos teve um lado positivo: o mundo registrou a queda nas emissões de CO2 nos últimos 40 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Retração da atividade econômica fará emissões de CO O2 cairem 3% em 2009, primeira redução em 40 anos</p>
<p>Se a crise financeira quase provocou o caos no mundo e jogou 100 milhões de pessoas para a pobreza, ela pelo menos teve um lado positivo: o mundo registrou a queda nas emissões de CO2 nos últimos 40 anos. A conclusão é da Agência Internacional de Energia, com sede em Paris. Ainda assim, a queda deve ser rapidamente compensada se políticas ambientais não foram aceleradas.</p>
<p>A AIE estima que o setor de energia terá de investir US$ 10 trilhões para reduzir emissões e se adaptar em 20 anos. Só o setor do etanol precisará de investimentos de US$ 400 bilhões. Mas a agência estima que o setor nuclear exigirá um investimento superior ao dos biocombustíveis, inclusive entre os emergentes.</p>
<p>Em 2009, a estimativa é de que as emissões sofram uma queda de 3% por causa da redução dos investimentos globais em tecnologias poluidoras. O impacto foi tão profundo que exigiu que a entidade fizesse uma revisão das emissões de CO2 em 2020. Com a queda dos últimos 18 meses, a projeção é de que o volume emitido pelo planeta seja 5% abaixo do cálculo inicial.</p>
<p>Para a AIE, a crise é uma chance para modificar o padrão de desenvolvimento do mundo. &#8220;Temos uma oportunidade única&#8221;, afirmou o diretor executivo da AIE, Nobuo Tanaka. Apesar da queda de emissões, a AIE observa que o ganho dos últimos 18 meses pode ser rapidamente desfeito com a volta do crescimento da economia. Se nada for feito, as emissões de CO2 vão aumentar em 30% até 2030 e, em grande parte, por causa do maior uso de combustível fósseis nos países emergentes. Se isso ocorrer, a concentração de CO2 na atmosfera seria de mil partes por milhão (ppm) a partir do ano 2050.</p>
<p><strong>METAS</strong></p>
<p>Para que um cenário catastrófico não ocorra, a meta da AIE é de estabilizar as emissões de CO2 em 450 ppm até 2030. Por esse plano, as economias emergentes continuariam a crescer. Já a temperatura média do planeta não subiria mais de dois graus Celsius. E as emissões relacionadas à geração de energia poderiam aumentar até 6% no mundo até 2020, em comparação aos níveis de 2007. Mas intensidade de emissões de carros teria de cair em 37%.</p>
<p>No total, as emissões teriam de ser reduzidas em 3,8 gigatoneladas até 2020. 1,6 gigatoneladas teriam de ser cortadas nos países ricos. Já a China teria de promover um corte de 1 gigatonelada. Para a AIE, isso demonstra o papel central que a China terá no futuro ambiental.</p>
<p>Pelo plano, os países ricos teriam de reduzir em 17% suas emissões até 2020, com um corte nas emissões de carros em 39%. Nos Estados Unidos, a redução de emissões da produção de energia seria de 18%, ante uma queda dos veículos de 41%, a maior do mundo. Para a Europa, as exigências também são altas. A queda de emissões da produção de energia seria de 20%, ante 37% dos veículos.</p>
<p>A AIE admite que os países emergentes continuem a aumentar suas emissões. Em 2030, elas seriam 14% acima das taxas de 2007. Mas os veículos nas economias emergentes também terão de sofrer uma transformação e criar 38% menos poluentes.</p>
<p>A AIE destaca a situação da China que, até 2030, terá um aumento de 38% na emissão de CO2 em atividades relacionadas à produção de energia. Mas terá de cortar em 42% a intensidade de emissões de carros.</p>
<p><strong>INVESTIMENTOS</strong></p>
<p>No total, o setor de energia terá de investir US$ 10,5 trilhões em novas tecnologias e redução de emissões até 2030 para que a temperatura mundial suba em apenas dois graus Celsius. 30% desse investimento terá de ser feito nos países emergentes.</p>
<p>O volume será equivalente a 0,5% do Produto Interno Bruto (PIB) mundial em 2020, subindo para 1,1% do PIB em 2020. Mas a economia nos gastos de combustíveis somará US$ 8,6 trilhões entre 2009 e 2030.</p>
<p>O segmento do etanol seria uma das apostas para atingir a meta de 450 ppm em 2020. Segundo a AIE, novas instalações para a expansão do etanol consumirá US$ 400 bilhões em 20 anos. US$ 230 bilhões serão gastos nos países ricos e US$ 127 bilhões apenas nos EUA. Já o investimento em etanol nos países emergentes chegaria a US$ 56 bilhões em 20 anos.</p>
<p>Esses investimentos permitiriam que, em 2030, 12% dos carros do mundo fossem movidos a etanol. Porém, 80% ainda dependeriam da gasolina, ante 8% de gás natural e eletricidade.</p>
<p>Nos países ricos, carros movidos a biocombustíveis serão 14% da frota. Nos Estados Unidos, a frota chegará a 19,8%, ante apenas 11% nos emergentes.</p>
<p>Os investimentos em etanol, no entanto, serão inferiores ao que a AIE estima que será necessário na área nuclear, com US$ 520 bilhões até 2030. Desse total, US$ 132 bilhões de investimentos terão de ocorrer nos países emergentes.</p>
<p>Fonte: Estadão</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.embalagensviva.com.br/blog/?feed=rss2&amp;p=17</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Mapa Amazônia Brasileira 2009 é lançado durante Congresso em Curitiba</title>
		<link>http://www.embalagensviva.com.br/blog/?p=12</link>
		<comments>http://www.embalagensviva.com.br/blog/?p=12#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 20:16:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[mapa]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.embalagensviva.com.br/blog/?p=12</guid>
		<description><![CDATA[Atualizado até junho de 2009, retrata a complexidade socioambiental da Amazônia Legal com 309 Unidades de Conservação federais e estaduais e 405 Terras Indígenas em detalhes. O lançamento foi no 6º Congresso Brasileiro de Unidades de Conservação, em Curitiba (PR).



O Mapa Amazônia Brasileira 2009 traz a representação atualizada (até 22/06/2009) das 309 Unidades de Conservação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Atualizado até junho de 2009, retrata a complexidade socioambiental da Amazônia Legal com 309 Unidades de Conservação federais e estaduais e 405 Terras Indígenas em detalhes. O lançamento foi no 6º Congresso Brasileiro de Unidades de Conservação, em Curitiba (PR).</p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="500">
<tbody>
<tr>
<td><span>O Mapa Amazônia Brasileira 2009 traz a representação atualizada (até 22/06/2009) das 309 Unidades de Conservação (UCs) federais e estaduais e das 405 Terras Indígenas (TIs), cada uma com o devido detalhamento de extensão, etapas jurídicas de reconhecimento – em relação às TIs – e categorias de uso e restrição (UCs). Composta por todo o bioma Amazônia, 37% do Cerrado e 40% do Pantanal, a Amazônia Legal é caracterizada por um mosaico de habitats com diferenças tanto em termos de estrutura de ecossistemas como em ocorrência e abundância de espécies da flora, fauna e microbiota, representando grande parte da biodiversidade do planeta. É também o lugar onde vivem 173 povos indígenas cuja ocupação &#8211; caracterizada por uma íntima e específica relação com o ambiente &#8211; data de mais de 10 mil anos, ao lado de outras populações que mais recentemente chegaram à região, com variadas formas de produção.</p>
<p>Com edições em 2000, 2004, 2006 e 2007, esta nova versão 2009, em português e em inglês é uma edição especial, lançada em Curitiba durante o 6º Congresso Brasileiro de Unidades de Conservação (CBUC),que destaca as Unidades de Conservação apoiadas pelo Programa Áreas Protegidas da Amazônia (ARPA), do Ministério do Meio Ambiente, e que teve apoio do WWF para a publicação. Organizado historicamente pela <a href="http://www.itarget.com.br/newclients/fundacaoboticario.org.br/cbuc2009" target="_blank">Fundação Boticário</a> o tema do congresso foi a mudança climática, abordando especialmente a fragilidade das Unidades de Conservação e a possibilidade de adaptar práticas de gestão e políticas públicas no enfrentamento desse novo desafio mundial.</p>
<table border="0" cellspacing="5" cellpadding="0" align="left">
<tbody>
<tr>
<td align="left" valign="top"><img src="http://www.socioambiental.org/banco_imagens/noticias/2783849754ac526d994c1e.JPG" border="1" alt="" /></td>
</tr>
<tr>
<td align="left" valign="top">Claudio Maretti, Maria Cecilia Wey de Brito e Enrique Svirsky durante lançamento em Curitiba</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O novo mapa é o produto síntese das informações acumuladas pelo Programa de Monitoramento de Áreas Protegidas do ISA, que desde 1994 monitora o processo de criação e reconhecimento de Áreas Protegidas (Terras Indígenas e Unidades de Conservação), por meio da busca, sistematização e divulgação de informações. Procura assim influenciar propositivamente as políticas públicas e ações do Estado voltadas para a defesa dos direitos coletivos, da proteção e conservação ambiental.</p>
<p><strong>Monitoramento das áreas protegidas</strong></p>
<p>Iniciado em 1983 (no Cedi, instituição que deu origem ao ISA) com o monitoramento de TIs no Brasil e posteriormente ampliado para as UCs e outras áreas públicas, o programa acumula conhecimento sobre a política ambiental e indígena e as UCs e TIs individualmente. A análise integrada dessas informações permite o acompanhamento do grau de proteção dos biomas brasileiros em UCs, sua real implementação e as ameaças à integridade territorial e iniciativas correntes, subsidiando a discussão de políticas de conservação. Parte desta análise é regularmente divulgada por meio de produtos específicos, como os mapas Amazônia Brasileira (2004, 2006, 2007, 2009), notícias e publicações. Grande parte das informações monitoradas diariamente estão disponíveis, nas ferramentas <a href="http://www.socioambiental.org/uc" target="_blank">Caracterização Socioambiental das Unidades de Conservação</a> e pela <a href="http://pib.socioambiental.org/caracterizacao.php" target="_blank">Caracterização Socioambiental das Terras Indígenas</a>.</p>
<table border="0" cellspacing="5" cellpadding="0" align="left">
<tbody>
<tr>
<td align="left" valign="top"><img src="http://www.socioambiental.org/banco_imagens/noticias/5156056574ac5272fe96fc.JPG" border="1" alt="" /></td>
</tr>
<tr>
<td align="left" valign="top">Estande do ISA no 6º Congresso de Unidades de Conservação</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Concomitantemente ao mapa foi lançada a consulta pública para a fase 2 do <a href="http://www.mma.gov.br/arpa" target="_blank">Arpa</a> e contou com a presença e pronunciamentos do secretário executivo adjunto do ISA, Enrique Svirsky, do superintendente de Conservação da WWF-Brasil, Cláudio Maretti e da secretária de Biodiversidade e Florestas do MMA, Maria Cecília Wey de Brito.</p>
<p>O ISA participou do CBUC também como expositor na Mostra Brasileira de Conservação da Natureza apresentando parte do trabalho que realiza há décadas.</p>
<p><strong>Serviço</strong></p>
<p>O mapa está disponível para venda em português e inglês no <a href="http://www.socioambiental.org/loja" target="_blank">site do ISA</a> e para <a href="http://www.socioambiental.org/banco_imagens/pdfs/Amazonia2009_ISA_portuguesBaixa.pdf" target="_blank">download em português</a> e <a href="http://www.socioambiental.org/banco_imagens/pdfs/Amazonia2009_ISA_inglesbaixa.pdf" target="_blank">em inglês</a></p>
<p></span></td>
</tr>
<tr>
<td>ISA,  	                    <strong>Silvia de Melo Futada</strong>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.embalagensviva.com.br/blog/?feed=rss2&amp;p=12</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Time divulga relação anual de homens e mulheres que lutam para salvar o planeta</title>
		<link>http://www.embalagensviva.com.br/blog/?p=3</link>
		<comments>http://www.embalagensviva.com.br/blog/?p=3#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 19:08:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.embalagensviva.com.br/blog/?p=3</guid>
		<description><![CDATA[Em sua edição de 5 de outubro, a renomada revista americana Time traz na capa a reportagem Heróis do Meio Ambiente (Heroes of the environment), reunindo um conjunto de lideranças, empreendedores, cientistas, políticos e ativistas de todo o mundo que se destacaram de alguma forma para salvar o planeta por meio do trabalho que fazem. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em sua edição de 5 de outubro, a renomada revista americana <em>Time</em> traz na capa a reportagem Heróis do Meio Ambiente (Heroes of the environment), reunindo um conjunto de lideranças, empreendedores, cientistas, políticos e ativistas de todo o mundo que se destacaram de alguma forma para salvar o planeta por meio do trabalho que fazem. Marcio Santilli, do ISA, está entre eles.</p>
<p><span>O coordenador do ISA, Marcio Santilli, é o único brasileiro a fazer parte dessa lista que inclui políticos, ativistas, empresários, cientistas e inventores. Desfilam pelas páginas da revista desde a atriz Cameron Díaz, que rodou os EUA com um carro híbrido perguntando às pessoas coisas simples, como se elas sabiam de onde vem a sua água, o ministro do Meio Ambiente da Noruega, Erik Solheim, a advogada Syeda Rizwanba Hasan, que defende centenas de trabalhadores de Bangladesh que desmontam navios velhos em precárias condições de segurança e expostos a todo tipo de doença, a equipe que cuida das questões ambientais no gabinete do presidente Barack Obama e o fotógrafo francês Yann Arthus-Bertrand entre muitos outros.</p>
<p>Santilli, que é sócio fundador do ISA, tem uma longa história de ativismo em defesa dos direitos indígenas. <em>Time</em> destaca que em 2003, ao perguntar por que os países pobres não poderiam ser recompensados por reduzir seus índices de desmatamento &#8211; e não contribuir para a emissão de gases de efeito estufa &#8211; Márcio Santilli virou o jogo. O desmatamento nas florestas tropicais era responsável pela metade das emissões anuais de gases de estufa e a maior fonte de emissões estava nos países em desenvolvimento. Santilli argumentou então que as nações que reduzissem sua taxa de desmatamento abaixo de suas médias históricas poderiam ser elegíveis para compensação por meio de certificados de redução de emissões negociáveis no mercado de carbono. A idéia conhecida como redução compensada ganhou força e pela primeira vez abriu-se a possibilidade de atribuir mais valor à floresta em pé do que à que foi derrubada. Márcio acredita que o acordo que resultará da conferência de Copenhagen (COP-15) será rico. Avalia que o tempo não espera, e que a experiência mostra que é muito mais difícil recompor a floresta que foi derrubada do que proteger a que está em pé. &#8220;Precisamos agir agora&#8221;.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.time.com/time/specials/packages/article/0,28804,1924149_1924152_1924203,00.html" target="_blank">Time</a></p>
<p></span>A reportagem especial da revista americana <em>Time</em>, edição de 5 de outubro, faz um breve perfil da atuação de pessoas escolhidas em todo o mundo pelas batalhas que empreendem para salvar o planeta. Além delas, a revista, que publica anualmente uma relação de escolhidos na área socioambiental, destaca também o distrito de Vauban, na cidade alemã de Freiburg, que aboliu o carro de suas ruas. Juntos, todos eles retratam a diversidade global e fazem a diferença nessa batalha. &#8220;É fácil imaginar que todas as decisões difíceis estão apenas nas mãos de nossos líderes. Não é verdade. Como os homens e mulheres que estão nas páginas que se seguem provam, nós todos podemos fazer a diferença&#8221;, escreve o editor da reportagem, Simon Robinson, na abertura da matéria. Ele se refere mais especialmente às decisões sobre mudança climática que serão tomadas durante a Conferência das Partes da Convenção do Clima, a se realizar em Copenhagen, no próximo mês de dezembro, e está alertando para a importância da participação de cada um.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.embalagensviva.com.br/blog/?feed=rss2&amp;p=3</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

